Evolução da tecnologia da escrita
Da máquina de escrever ao surgimento do computador na escrita
A máquina de escrever foi criada em meados do século dezoito. O equipamento foi se adaptando com o passar dos anos, para facilitar a escrita e diminuir a força empregada na digitação até que foi lançada a máquina de escrever elétrica.
Essa invenção de escrita no Brasil é atribuída ao padre Francisco João de Azevedo, nascido em João Pessoa em 1827 e falecido em 1888. O professor de matemática do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro construiu um projeto de máquina de escrever e apresentou na Exposição Agrícola e Industrial de Pernambuco em 1861, e na Exposição Nacional do Rio de Janeiro, recebendo Medalha de Ouro pelo feito. O projeto da máquina foi roubado em 1868 por Christopher Latham Sholes e readaptado para layout de teclado e o apresentou como se fosse seu.
O primeiro modelo industrial de máquina de escrever foi inventado por Remington (1873). Em 1920 a IBM lançou o 1º modelo de máquina elétrica fabricada em série. Em 1961 a empresa substituiu o tradicional sistema de barras e carro móvel pelo sistema de esfera móvel, que se desloca com sua fita de impressão ao longo de um trilho paralelo ao rolo de papel. Essa inovação foi seguida da roda porta caracteres – a “margarida”.
Até 1800 muitas tentativas foram feitas por inventores. A máquina de escrever foi evoluindo aos poucos. A tarefa de escrever ou datilografar era lenta e cansativa. A partir de 1874 a máquina de escrever começa a fazer parte do dia a dia. Em 1880 o mercado de trabalho para o qual a máquina havia sido idealizada abriu suas portas de formas definitivas. Desde então a história mostra os benefícios que a máquina trouxe para a evolução da escrita.
A máquina de escrever da época em que foi introduzida de forma comercial, em 1874 até os dias de hoje, acompanhou o desenvolvimento da tecnologia. Seus inventores lutaram para superar barreiras, muitos morreram sem poder ver suas invenções até então um simples projeto ou apenas um protótipo a ser industrializados como o padre Francisco João de Azevedo.
No início de 1990, surgiram maquinas de escrever, como a Panasonic KX R530 com visor, correção de escrita digital, teclas rápidas de toque silencioso e impressão por fitas embutidas em recipientes próprios.
Atualmente, com o aparecimento dos computadores, os processadores de texto vieram revolucionar os métodos de escrita de tal modo que já quase ninguém utiliza as máquinas de escrever exceto, para completar o preenchimento de alguns documentos que ainda não foram digitalizados.

Os computadores possibilitam escolher o tipo de letra preferida de cada um, tamanho da fonte; escrever em negrito, itálico, alinhar, centralizar ou justificar o texto, escolher a cor, inserir imagens, gráficos, etc., além de possibilitar a guarda de documentos em disco do computador ou em discos externos e/ou enviar os dados para a impressora imprimir ou guardar.

O teclado, dispositivo de entrada de usado para digitar textos possui todas as letras do alfabeto, caracteres numéricos e especiais, além de teclas com funções específicas. Utiliza o padrão QWERT, como as antigas máquinas de escrever, por ter vários formatos. No Brasil, o mais comum é o da ABNT (Senac, 2011).

Fontes de pesquisa:
http://meioseculodeaprendizagens.blogspot.com/2011/10/evolucao-dos-meios-e-metodos-de-escrita.html#ixzz3CHh0xJZs
http://www.jornaldiferente.com.br/index.php/informatica-e-tecnologia/1793-maquina-de-escrever-a-vovo-dos-computadore
http://www.maquinasantigasdeescrever.com.br/historia.html
http://www.recantodasletras.com.br/cronicas/2154049
SANTANA, Filho. Windows 7. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2011. (Nova Série Informática)

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